quinta-feira, 27 de setembro de 2012

Justiça Social

JUSTIÇA SOCIAL

Mas, que justiça é essa de um só peso, duas medidas,
Nesse mundo às avessas que faz parte das nossas vidas?
Justiça? Somente a Divina. Essa há de existir.
Mas, nesse mundo desigual onde a moral é imoral,
E o normal é obsoleto, a “Lei de Gerson” predomina.
Acabar com essa cisma, tentar mudar essas rimas,
É dever do cidadão na hora da eleição.

Neste jogo de vantagens, no jogo das corrupções,
Seguem os justos em busca da Justiça Social
Trabalho árduo... Luta desigual.
Onde está a Justiça Social?

A que não privilegia nem condena,
Traz harmonia e equidade na vida dos cidadãos,
Nas pacíficas e justas reivindicações,
E busca equilíbrio nas decisões
Para os que tanto precisam e os que tudo tem,
Possam o justo pelo trabalho ganhar,
Sem subtrair de uns nem do outro tirar.
Está difícil de encontrar.

Comportamentos extremistas geram violência,
Elimina-se a clareza de idéias e ações de paz,
Instala-se o caos, a violência, a desunião,
Avança o Mal, corrompe uma Nação.
E o cidadão?

Para mudar esse cenário acabar com a indecência
Criando Leis favoráveis a real cidadania,
Os políticos são eleitos pela Democracia.
Procurar a imparcialidade, não pode ser utopia.
É exercício de Direito... Plena cidadania.
Clamor do Bem contra o Mal...
Justiça Social!
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DECEPÇÃO

                      Jaz na terra! Não há mais segurança no mundo,
 Um clamor, um grito, um desabafo
                       Soa nos lábios das vítimas da perversão humana,
   Tiraram-lhe o filho, o pai, o idealista!
      Instalou-se o caos, o mundo corrupto!
             Caducam as Leis, caducam as Instituições,
 A palavra de ordem é a Corrupção!


          De onde vem tanta maldade e violência?
     Onde está a verdadeira fraternidade?
 Sucumbida diante das atrocidades.

 Hoje, o que vale é a Lei dos fortes.
              O mundo está um caos, celebra-se a morte.
                Mata-se por prazer. Mata-se por leviandade.
                  E não há punições para aquele que transgride.
               Não há justiça na mão que mata que agride.
                 Somos prisioneiros entregues a própria sorte.

4 comentários:

  1. É triste a realidade. Você colocou muito bem a "justiça social"

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  2. Parabéns, tia! Adorei a poesia! Vou acompanhar seu blog. Beijos.

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    1. Querida sobrinha, você que merece elogios por escrever tão bem!

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